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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Bazinga!


Ando sem inspiração e sem tempo para escrever aqui, mas precisava publicar esta capa da próxima Movie5. É bazinga!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Twittadas!


Tenho me ocupado pra caramba nos últimos tempos com o novo brinquedinho Twitter - às vezes, incontrolável. É divertido, embora pareça uma gaiola das loucas... Um twittero definiu-o como um saguão de hospício: todo mundo falando sozinho e de vez em quando alguém responde. Esta é ótima!
Mas nesta rede social dá para descobrir várias coisas legais, como as programações dos museus preferidos e similares, promoções-relâmpago etc.
Também é divertido ver como as pessoas escrevem, mesmo que nessa nova grafia esquisita que a internet inventou. Dos meus "following", hoje peguei um erro brabo: "ana_maria_braga acabo de ganhar um par de luvas de boxe vermelhas do Popó, vou treinar, quem sabe venha uzar em breve?" Adoro a Ana Maria Braga, adoro o programa, mas, ai, esta doeu...
Sigo também o professor Pasquale, que está lá dando dicas e outros ensimanentos. Se ele parar para ler, deve ficar horrorizado!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Sem ofensas...

Em pensar que um dia releases eram proibidos. Resumo de novela, então, era crime inafiançável. Hoje, sem a obrigatoriedade do diploma de jornalismo, tudo acaba em release e em resumo de novela.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Quer ter uma profissão sem precisar estudar? Seja jornalista!


É mais ou menos isso que significa a derrubada da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para a prática de jornalista, decidida ontem (17 de junho) pelo Supremo Tribunal Federal, mais especificamente na figura do ministro Gilmar Mendes (esse aí da foto acima) que encabeçou a decisão contra o diploma.
Então, agora, quem não quer gastar dinheiro com universidade particular ou perder no mínimo quatro anos estudando, basta começar a escrever sobre qualquer coisa e conseguir uma vaga em um veículo de comunicação. Para ser jornalista, a partir de agora, você não precisa saber os meandros da profissão, não precisa estudar ética, ter conhecimentos de ciências sociais, da língua portuguesa, não precisa de nada. Se souber rascunhar uma ideia, canditate-se a uma vaga em redação. É simples, muito simples.
No entanto, nós que há anos nos dedicamos aos estudos do jornalismo e suas vertentes e que temos um diploma que nos qualifica como profissionais regulamentados estaremos disputando o direito do exercício ético e de qualidade com qualquer Sicrano que se disser bom escrivinhador, e que tenha conseguido o registro no Ministério do Trabalho - o dito Mtb de jornalista - para burlar o compromisso que nós, formados, juramos cumprir quando recebemos o diploma, ou apenas para massagear o ego e dizer que é jornalista - gabando-se, inclsuive, de não ter ficado, no mínimo, quatro anos nos bancos escolares e que apenas foi preciso escrever algumas linhas para conquistar o malfadado Mtb.
Enfim, sejam bem-vindos à imoralidade que passará a imperar no meio da comunicação brasileira. Que sobrevivam os mais fortes!
Crédito da foto: G1

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Arrogância sem criatividade

Ando irritada com o apelo exacerbado de algumas propagandas veiculadas na TV brasileira - e olhem que já estivemos entre os melhores do mundo no quesito criatividade...
Há dias quero registrar minha indignação com a nova propaganda do Tucson, da Hyundai, veiculada à exaustão desde março. A arrogância utilizada para vender o 4x4 não cabe num País como o nosso, em que a desgraça é o pão diário da população.
A agência (ir)responsável pela criação coloca na boca de "supostos" proprietários do veículo frases como "dá uma sensação de imponência" e "é gostoso olhar as pessoas de cima", como se ter a sensação de imponência fosse a mesma coisa que tê-la ou que olhar as pessoas de cima lhe conferisse o poder de deuses.
Como nos tempos de Roma, pão e circo é o que merecem todos os reles mortais que não têm um Tucson...

Dúvida: qualquer marca de maionese tem 40 calorias?

Criada pela Ogilvy&Mather Brasil, a nova campanha da Maionese Hellmann's me parece ter dado um tiro no pé. Explico-me: no último depoimento, o personagem diz para a esposa pelo telefone "compra maionese que é caloria baixa". Então, quer dizer que uma colher de sopa de qualquer maionese tem apenas 40 calorias? Se isso não é fato, o personagem não deveria reforçar a mensagem repetindo o que todos os outros personagens disseram, ou seja "comprar maionese Hellmann's que é caloria baixa"?
Li em um site que esta nova campanha para a Unilever "vai surpreender o consumidor", e surpreendeu, pelo final revelador: qualquer colher de sopa de qualquer maionese tem apenas 40 calorias!
Além disso, tem um outro lado perigoso nesta propaganda da Hellmann's. Veja no link http://www.propagandasustentavel.com.br/site/show.asp?post_id=160 e me diga o que pensa sobre isso tudo!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Quem não checa fonte, se estrumbica, diria o Velho Guerreiro!

Todos os jornalistas sabem que é preciso checar as fontes e os dados antes de publicar um texto, seja em qual veículo for. Mas, cada vez mais testemunhamos esta falta de postura, principalmente em trabalhos jornalísticos que acreditam em tudo o que encontram na rede. O mais recente exemplo pode ser conferido na reportagem abaixo, publicada pelo Comunique-se:
Irlandês inventa citação na Wikipedia e engana jornais

Um estudante irlandês conseguiu enganar os editores de publicações inglesas, além de jornais na Índia e Austrália. Shane Fitzgerald, de 22 anos, inventou uma citação e a atribuiu ao compositor francês Maurice Jarre, morto em 29 de março, na Wikipedia. A frase foi reproduzida no obituário do The Guardian, do The London Independent e do site BBC Music Magazine, entre outros. Sua intenção era demonstrar o uso da enciclopédia colaborativa, onde qualquer usuário pode acrescentar ou suprimir informações, como fonte primária de consulta. A frase inventada e sem fonte de origem foi postada pelo estudante logo após a morte do músico. Foi retirada do ar por moderadores da Wikipedia por duas vezes, mas recolocada por Fitzgerald logo depois. O erro permaneceu no ar durante todo o dia 30 de março.
A citação, que se espalhou pela rede como sendo de Maurice Jarre, é: “One could say my life itself has been one long soundtrack. Music was my life, music brought me to life, and music is how I will be remembered long after I leave this life. When I die there will be a final waltz playing in my head, that only I can hear”. O trecho pode ser encontrado em algumas revisões antigas do verbete, como esta.
A edição desta quarta-feira do The Guardian traz a correção do obituário, além de um artigo sobre o episódio, assinado por Siobhain Butterworth. “O que outros podem enxergar como um ato de vandalismo, Fitzgerald chamou de pesquisa... É preocupante que esta desinformação veio a luz apenas porque seu autor enviou e-mails aos editores informando-os o que fez, e é ruim ter levado um mês para fazer isso”.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Cadê o motorista?

Duas coisas me irritam profundamente na nova propaganda do Stilo Blackmotion, da Fiat: o slogan "Para poucos e maus" e a falta de motorista no carro. Alguém consegue enxergar o motorista na foto aí em cima?
Fico me perguntando: qual o conceito que a agência quis passar? Vamos produzir poucos exemplares e vender apenas para aqueles que se consideram maus?
Alguém pode me explicar?
Thanks

terça-feira, 21 de abril de 2009

Ecstasy ou super-hamburguer?


Quem gosta de ler, deve encontrar alguns absurdos que o deixa pasmado. Um caso destes é uma reportagem que li recentemente sobre ecstasy. A boa intenção da reportagem (a de alertar sobre os perigos do consumo da droga) se perdeu totalmente ao relatar uma informação erroneamente: o tamanho da pílula. Segundo o texto, ela tem de 200 a 420 gramas!
Após refletir, me perguntei: é uma pílula ou um super-hamburguer? Daí, fiquei a imaginar o tamanho da mala que o coitado do traficante precisa usar para transportar seu "produto" até uma rave...
É por erros tão banais em consequência da falta de revisão e checagem de informações e dados em um texto jornalístico que levantam a bandeira de que para ser jornalista não é preciso ter diploma.
E erros assim levam minha indignação com a falta de profissionalismo na área ao limite. Precisamos dar um basta em situações como essas.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

18 novas homes

Gente, levei um susto ao abrir o UOL hoje (6/1/2009). Entrou no ar a nova home do portal e, sinceramente, meus olhos se perderam em meio a tantas chamadas, fotos, links... socorro, pensei! Os administradores dizem que o espaço do conteúdo ganhou em 23% de área e a publicidade perdeu 10%. Seriam sinais do tempo? Quando, em comunicação, o editorial veio primeiro que o comercial?
O UOL está no ar há 13 anos e é a 18ª vez que a home é redesenhada - perfeito para veículos on-line. Ah, e desde março de 2008 o site usa inteiramente o formato com 1.024 pixels de largura, que segundo "eles" atualmente esta é a definição que a maior parte do público é capaz de visualizar com conforto.
"Com a nova mudança, o UOL valoriza seu conteúdo e torna a navegação do usuário mais fácil e agradável" está escrito na reportagem de apresentação da nova home page. Daqui pra frente, choverão webcópias - afinal, em tempos de internet, nada se cria, tudo se copia, transforma, ganha uma roupagem diferente.